Uma obra fenomenal, do compositor alemão Hans Otte, que nos permite encarar o som como uma ressonãncia do ser, eco distante de um Eu eternamente desconhecido. Composta para piano, tem nesta edição da NAXOS uma interpretação genial de Ralph van Raat. É daquelas obras imprescindíveis em qualquer discografia séria e de bom gosto. Ver mais em :
http://www.criticanarede.com/
Mai informação em http://www.naxos.com/

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